Redes montadas
Todos os projetos concluídos com marcas que autorizaram a publicação.
O que pediram e o que saiu da mesa
Projetos concluídos com marcas que autorizaram a publicação. Abrimos o que foi feito; os nomes ficam com elas.
●Padaria de bairro querendo abrir a segunda e a terceira casa
Passamos duas semanas na loja, das quatro da manhã ao fechamento. Metade da rotina dependia de uma única pessoa que sabia a ordem de fornada de cor. Saiu um manual com a sequência escrita, foto de cada etapa e a escala que distribui essa tarefa entre três pessoas.
●Rede de estética com quatro unidades e nenhum padrão
As quatro faziam o mesmo procedimento de jeitos diferentes. Separamos o que era padrão da marca do que era preferência de cada profissional e escrevemos a ficha de auditoria com nota por item, aplicada nas quatro no mesmo mês.
●Marca de açaí procurando gente para operar unidades
Antes de procurar candidatos, escrevemos o perfil: o que a pessoa precisa saber, ter e aceitar. A lista virou roteiro de conversa e encurtou a seleção de meses para semanas.
●Escola de idiomas com duas unidades próprias
O material existia, mas estava espalhado em pastas de computador. Reunimos tudo em uma pasta única, organizada pela ordem em que a unidade nova precisa de cada peça.
●Rede de pet shop definindo onde pode abrir
Escrevemos os critérios de praça e de ponto: porte de cidade, tipo de rua, requisitos do imóvel e distância mínima entre unidades, com o motivo de cada critério ao lado.
●Casa de bolos com a primeira unidade de outra pessoa
Montamos o roteiro de formação com carga por assunto e acompanhamos as duas primeiras semanas de porta aberta, corrigindo o manual onde a prática mostrou que o texto estava curto.
●Barbearia com três casas e nenhuma auditoria
A ficha de auditoria saiu com trinta e dois itens objetivos e prazo de correção por item. A primeira rodada mostrou que o problema não era atendimento: era estoque.
●Lanchonete preparando a Circular de Oferta de Franquia
Organizamos todo o material que o documento exige — manual, critérios, perfil de operador, plano de abertura — e entregamos ao advogado da marca, que redigiu a circular a partir dele.
O que perguntam antes de começar
As dúvidas que aparecem em quase toda primeira conversa.
Precisamos já querer abrir franquia?
Não. A maior parte do trabalho — descrever a operação, separar padrão de jeito, escrever o manual — serve igual para quem vai abrir unidade própria, para quem vai trabalhar com sócio local e para quem vai formalizar uma rede depois.
Vocês redigem a Circular de Oferta de Franquia?
Organizamos e entregamos todo o material que ela exige. A redação do documento é do advogado da marca: é peça jurídica, e não é o nosso ofício.
Quanto tempo dura a imersão?
Duas semanas dentro da operação, do horário de abrir ao de fechar, incluindo pelo menos um fim de semana e um dia de movimento fraco.
E se a operação mudar depois do manual pronto?
O manual é um documento vivo. Entregamos com o arquivo editável e com o procedimento de revisão escrito: quem altera, com que aprovação e como a mudança chega às unidades.
Vocês encontram quem vai operar as unidades?
Escrevemos o perfil e o roteiro de conversa, e participamos das últimas rodadas quando a marca pede. A escolha é de quem vai conviver com essa pessoa.
A ficha de auditoria serve para quê, na prática?
Para transformar «a unidade está estranha» em uma lista de itens com nota e prazo. Sem ela, a conversa de correção vira discussão de impressão contra impressão.
Conte quanto da sua operação está escrito hoje
Mande em duas linhas o que já existe em papel. Devolvemos quais peças faltam para uma unidade nova conseguir abrir sem a sua presença diária.
Falar com a casa