Imersão na operação
Duas semanas dentro da casa, do horário de abrir ao de fechar, com anotação do que acontece e de quem faz.
Os quatro serviços da casa reunidos em três frentes de contratação; adiante estão as etapas do trabalho e as formas de fechar.
Duas semanas dentro da casa e o manual de abertura e operação da unidade escrito, separado entre padrão da marca e decisão local, e testado com alguém de fora.
Cidades onde a marca cabe com o motivo de cada corte, critérios de imóvel, vistoria dos pontos candidatos e os requisitos de quem pode tocar uma unidade, com minuta de contrato.
Cronograma de lançamento semana a semana, roteiro de treinamento com carga por assunto e a ficha de auditoria aplicada nos primeiros meses.

Cada etapa entrega uma peça da pasta. No fim, tudo o que uma unidade nova precisa está em um único lugar, escrito em linguagem de quem vai executar.
Duas semanas dentro da casa, do horário de abrir ao de fechar, com anotação do que acontece e de quem faz.
O que é da marca, o que é preferência local e o que cada unidade pode decidir sozinha.
Rotina escrita procedimento por procedimento, com foto onde a palavra não basta.
Onde a marca cabe, que porte de cidade, que tipo de rua e que requisitos o imóvel precisa cumprir.
O que a pessoa precisa saber, ter e aceitar para tocar uma unidade, em lista que serve de roteiro de conversa.
Roteiro de formação com carga por assunto e a ficha de auditoria com nota por item.
O calendário de uma unidade nova, semana a semana, com responsável por linha e documentos de cada etapa.

Quem já tem manual começa pelo meio; quem não tem começa pela imersão.
As dúvidas que aparecem em quase toda primeira conversa.
Não. A maior parte do trabalho — descrever a operação, separar padrão de jeito, escrever o manual — serve igual para quem vai abrir unidade própria, para quem vai trabalhar com sócio local e para quem vai formalizar uma rede depois.
Organizamos e entregamos todo o material que ela exige. A redação do documento é do advogado da marca: é peça jurídica, e não é o nosso ofício.
Duas semanas dentro da operação, do horário de abrir ao de fechar, incluindo pelo menos um fim de semana e um dia de movimento fraco.
O manual é um documento vivo. Entregamos com o arquivo editável e com o procedimento de revisão escrito: quem altera, com que aprovação e como a mudança chega às unidades.
Escrevemos o perfil e o roteiro de conversa, e participamos das últimas rodadas quando a marca pede. A escolha é de quem vai conviver com essa pessoa.
Para transformar «a unidade está estranha» em uma lista de itens com nota e prazo. Sem ela, a conversa de correção vira discussão de impressão contra impressão.
Mande em duas linhas o que já existe em papel. Devolvemos quais peças faltam para uma unidade nova conseguir abrir sem a sua presença diária.
Falar com a casa